ARMAZENAMENTO DE GRÃOS DE CRAMBE [Crambe hyspanica subesp. abyssinica (Hochst ex R.E.Fr) PRINA]: SISTEMAS ANTIOXIDANTES, PIGMENTAÇÃO E METABOLISMO DE RESERVAS

  • Magnun Antonio Penariol da Silva Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Marco Antonio Martin Biaggioni Faculdade de Ciências Agronômicas / UNESP - Botucatu
  • Ana Cláudia Macedo Stoller do Brasil
  • Gisela Ferreira Departamento de Botânica - IBB - UNESP - Botucatu
  • Fernando João Bispo Brandão

Resumo

O objetivo do presente trabalho foi avaliar a degradação de reservas, a variação da pigmentação e a atividade enzimáticas de grãos de crambe armazenados durante 12 meses. Os grãos de crambe foram colhidos com 10,2 % de teor de água e armazenados em sacos de papel, acondicionados em condições laboratoriais. As análises foram realizadas assim que os grãos foram colhidos (tempo 0) e aos 4, 8 e 12 meses de armazenamento. Após obtenção dos dados, os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p≤0,05). Conclui-se que a quantidade de lipídeos não variou significativamente, ao longo dos 12 meses armazenamento. No entanto, levando em consideração o aumento a pigmentação e a degradação dos açúcares solúveis totais, sugere-se o armazenamento dos grãos de crambe até 6 meses após a colheita.

Biografia do Autor

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Engenheiro Agrícola

Doutor em Agronomia (Energia na Agricultura)

Docente do Curso de Engenharia Agrícola da Universidade Federal Rural da Amazônia - Câmpus de Tomé-Açu/PA

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Departamento de Engenharia Rural

Faculdade de Ciências Agronômicas / UNESP - Botucatu

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Bióloga, Doutora em Agronomia (Horticultura)
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Departamento de Botânica - IBB - UNESP - Botucatu
Publicado
2018-10-05
Seção
Processamento e Balanço Energético de Produtos e Derivados Agropecuários