AVALIAÇÃO TÉRMICA DE AVIÁRIOS COM PAINÉIS DE RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA.

  • Andréia Soares Gonçalves Glavina Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
  • Silvia Regina L. Souza Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
  • Pedro Augusto Gotardi Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
  • Enedy Allan Cordeiro Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
  • Arilson José de O. Júnior Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨

Resumo

O Brasil se destaca como grande produtor mundial na avicultura, liderando como o maior exportador de carne de frango do mercado, sendo sete anos de liderança nas exportações. O bem-estar animal está intimamente ligado à produtividade e as condições de ambiência devem respeitar as normas estabelecidas para que haja maior rendimento de produção e ética para com as aves; é preciso utilizar estratégias para modificar o ambiente interno das instalações destinadas á criação de aves. Desta forma este trabalho teve por objetivo produzir painéis arquitetônicos para forro, utilizando resíduos provenientes da agroindústria (casca de arroz, fibra de coco e polipropileno) e que foram aplicados em um protótipo para os aviários. Para avaliação dos painéis produzidos foram realizados os ensaios de propriedades físico-mecânicos e térmicos, de acordo com a norma NBR 14810 (2013), e selecionado o tratamento com 50% polipropileno + 30% casca de arroz + 20 fibra de coco. Foi avaliado o desempenho dos painéis aplicados nos protótipos como galpões em escala reduzida, situados na Faculdade de Ciências Engenharia, UNESP (Tupã) onde o clima da região é tipo Cwa (Clima tropical de altitude) segundo a classificação de Köppen, estação seca bem definida durante o inverno. A avaliação destas instalações demostraram que o uso do forro com o material proposto atingiu as faixas de termoneutralidade e de conforto térmico para aves com três semanas de vida em dois horários (12h e 16h), complementando com a análise termográfica, onde constatou valores médios superiores em 10,6°C para a instalação sem forro, comprovando o isolamento térmico para a instalação com forro.

Biografia do Autor

Andréia Soares Gonçalves Glavina, Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
MESTRANDA EM AGRÔNOMIA, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL. DESENVOLVIMENTO DE PROJETO EM CONFORTO AMBIENTAL.
Silvia Regina L. Souza, Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
Profª Dr.ª, Engenharia Rural, Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP, Botucatu - SP.
Pedro Augusto Gotardi, Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
Graduando em Engenharia Agronômica, Faculdade de Ciências Agronômicas – UNESP, Botucatu-SP.
Enedy Allan Cordeiro, Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
Mestre em Engenharia Agronômica, Faculdade de Ciências Agronômicas – UNESP,Botucatu-SP
Arilson José de O. Júnior, Universidade Estadual Paulista ¨Júlio de Mesquita Filho¨
Doutorando em Energia na Agricultura, Faculdade de Ciências Agronômicas – UNESP, Botucatu-SP
Publicado
2018-12-13
Seção
Construções Rurais e Ambiência